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Existe um “bônus fino” no trabalho?

Existe um “bônus fino” no trabalho?

Juliette (1) é engenheira. Aos 27 anos, após se especializar em engenharia civil, começou um estágio em um escritório de design que gerenciava projetos portuários. Nesse ambiente tão masculino, ela não se sentia ouvida: "Chegava em casa chorando todas as noites. Eu me perguntava: como posso ser vista, como posso deixar minha marca? Meu gerente me dizia que estava feliz porque eu era útil para pequenas tarefas. Ele nunca imaginou que eu pudesse tomar decisões de verdade." Ela então começou a perder peso, mais ou menos conscientemente. "Perdi dez quilos em sete meses. Foi muito perceptível. No final, eu pesava 55 quilos para 1,75 metro, e foi aí que pensei que eles estavam começando a me ouvir."

Mas, ao passar de magra para magra, Juliette entende que seu problema de invisibilidade não está resolvido. "Eu tinha me tornado a menininha bonitinha. Na verdade, nunca funcionou! Não importa o tamanho do seu corpo, o problema é ser mulher em um mundo masculino, com uma visão de corpo muito pesada." Após o estágio, ela conseguiu um emprego em outra empresa e se estabilizou em torno de 58 quilos, "sem fazer muito esforço". Ela está convencida de que seu peso facilita sua vida em todos os sentidos.

A história de Juliette está longe de ser isolada. Para muitas pessoas, perder peso ou manter um corpo esbelto ou até mesmo magro encontra suas recompensas no nível profissional. Seja nos negócios

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